Quinta-feira, Junho 25, 2009

Nova Antologia sobre vampiros terá conto do escritor mineiro Bruno Resende Ramos

Clique na imagem para ver o Wallpaper


Microconto Draculea: Danny Marks
Wallpaper: Adriano Siqueira
Participantes da Antologia Draculea:

1 - Draculea - Ademir Pascale
2 - O Missionário - Estevan Lutz
3 - O Relato do Capitão BlackBurn - César Almeida
4 - Marcas Eternas - Luciana Fátima
5 - O Guardião - J.P. Balbino
6 - Emplumado - Duda Falcão
7 - O Filho da Escuridão - Almir Pascale
8 - Comida de Vampiro - Pedro Vicentini (Tagobar)
9 - Noites de Trevas - Elenir Alves
10 - Aprender Para Dominar - Simone O. Marques
11 - Trágica História - Ricardo Delfin
12 - Os Segredos do Pergaminho - Bruno Resende Ramos
13 - Sabor de Absinto - Dione Mara Souto da Rosa
14 - Beijo de Sangue - Alexsandre Moro (MMEA)
15 - Filosofia Vlad - Adriano Siqueira
16 - O Velho Vampiro - M.D. Amado
17 - Fantasmas Vivos - Danny Marks
18 - Andarilhos Noturnos - Felipo Bellini
19 - O Rito do Caminho - Angela NadjaBerg Ceschim Oiticica
20 - Rinaldo - Christian David
21 - O Mal Busca a Verdade - Jean Felipe Felsky
22 - A Descoberta de um Segredo - Raphael Albuquerque Cavalcanti (Raphael O Lord)
23 - Nas Profundesas do Coração - Daniele Helena Bonfim
24 - Imagem - Henrique Cananosque (Vampiro Triste)
25 - Marcela - Evandro Guerra
26 - Tormento - Mario Carneiro Jr.
27 - Escrituras - Ana Dominik


Rinaldo, O Guardião, espantou o corvo de cima dO Relato do Capitão BlackBurn, não queria que aquele ser Emplumado destruisse o documento impedindo A Descoberta de um Segredo milenar. O Missionário abandonara as Escrituras disposto a fazer O Rito do Caminho de Draculea, O Velho Vampiro.

Transformara os seus dias em Noites de Trevas, como aquela em que Marcela servira de Comida de Vampiro recebendo o Beijo de Sangue da imortalidade sombria.

Fora preciso matá-la, mas a sua Trágica História deixara Marcas Eternas Nas Profundezas do Coração daquele homem, hoje uma mera Imagem do que fora.

O Tormento fizera com que se misturasse aos Andarilhos Noturnos, até descobrir com os Fantasmas Vivos Os Segredos do Pergaminho da Filosofia Vlad.

O Mal Busca a Verdade, era preciso Aprender Para Dominar.

Cuspiu no chão o Sabor de Absinto de sua formula mágica, a lhe dar forças de destruir O Filho da Escuridão e esconder para sempre o seu segredo.


Quando escrevi um microconto utilizando os títulos dos contos que compõem a antologia Draculea como uma forma de prestigiar o talento e a criatividade dos colegas, nem imaginava que seria honrado com a criação de um Wallpaper pelo Adriano Siqueira (Filosofia Vlad).

Essa é mais uma demonstração da criatividade desse pessoal que o Ademir Pascale conseguiu reunir, um grupo que ainda vai fazer muitas histórias de sucesso na literatura e fora dela. Disso eu não tenho dúvida.


Segunda-feira, Junho 01, 2009

Escritor mineiro, Bruno Resende Ramos, publica "Os Segredos do Pergaminho" em antologia sobre vampiros

“DRACULEA – O LIVRO SECRETO DOS VAMPIROS”
“DRACULEA – O LIVRO SECRETO DOS VAMPIROS”:

Especificações da obra:
Tìtulo: Draculea – O Livro Secreto dos Vampiros
Organizador: Ademir Pascale
Formato fechado: 14x21 cm.
Páginas: 190 (aproximadamente)
Capa impressa colorida (4 cores), papel Supremo 250 gramas, laminada brilho e com orelhas.


Sinopse do conto:

Depois de estabelecer extensa pesquisa nas várias disciplinas que comprendem o tema, o escritor cedeu ao impulso da criatividade e compôs um personagem para a antologia organizada por Ademir Pascale, seu amigo nas vias virtuais. O convite veio a bom tempo. A iniciativa do organizador inspirou a esse escritor mineiro uma evasão no tempo e no espaço. Estudando o folclore da região dos Cárpatos e os acontecimentos históricos que favoreceram o surgimento do "mito" e da "mitologia vampírica" em torno de Vlad, manteve-se a atmosfera medieval, rústica e equilibrou com afirmações clássicas o ambiente em todo o seu enredo.

Era um mundo em transformações: jogos de poder e de crenças. A Igreja se estabelecia por meio das cruzadas e da ignorância cega dos seus súditos. A violência levava uns aos céus outros aos infernos... A efusão de tanto sangue oportunizaria em tal contexto o surgimento de personagens marcados por um fio dramático existencial. O bem e o mal estariam em relativa proximidade. A violência era um pretexto à santidade cristã e a salvação. Naqueles tempos o clero clamava: "Matem em nome de Deus os inimigos de Deus e serão salvos!"; "Morte aos inimigos de Deus e da coroa!" – gritava-se nas praças e nos templos exultantes os povos. Em êxtase corpos caiam sob o peso da espada — E olhem que isso não faz parte da ficção—.

Diz o autor: "A violência era um manifesto de purificação, um exercício de nobreza da cristandade para se impor aos seus contrários, os contrários ao deus Católico, confeccionado pela elite clerical de sua época, uma entidade até hoje digna de questionamentos. Tais afirmações me levariam à fornalha naqueles tempos, acreditem... Hehehehehehe."

Turcos otomanos, bárbaros, vikings, poderes estabelecidos, monarquias, impérios e nada menos imponente do que nosso personagem protagonista Vincent, o qual determinará a aliança ou o degredo dos povos.

Faça essa viagem! Pegue sua passagem!... A verdade pode estar em um pergaminho... Quem sabe nesse livro? Descubra, você, alguma coisa que a história ainda não te falou: Os vampiros, como são? Será que eles existem?

Bruno Resende Ramos

"Romênia, 1456. Um grande cavaleiro cristão torna-se temido agente contra os turcos. Conhecido pelos romenos como Vlad Draculea, o filho do dragão, empalava cruelmente seus derrotados inimigos. Considerado pelos oponentes e próprios súditos a encarnação do demônio, devido aos atos de crueldade cometidos contra ambos. Como esse servo da Igreja transformou-se no mais sanguinário entre os homens de sua época? Quais segredos guardou por tantos séculos? Em 1897, o escritor irlandês Bram Stoker inspirou-se em Vlad e criou a
personagem principal do romance "Drácula", popularizando o mito do vampiro. Seriam apenas fragmentos da imaginação criativa de um escritor? Ou há uma verdade oculta nesse relato? Quais mistérios eles escondem por gerações? Descubra em Draculea - O Livro Secreto dos Vampiros, uma antologia de contos escrita por alguns dos melhores autores do gênero. Mas, antes de abrir estas páginas, um aviso: após lê-las, você nunca mais será o mesmo. O conhecimento tem seu preço, e eles ficarão furiosos com a sua descoberta".

Ademir Pascale -Organizador

Prefácio: Nelson Magrini

Contos:

1 - Draculea - Ademir Pascale

2 - O Missionário - Estevan Lutz

3 - O Relato do Capitão BlackBurn - César Almeida

4 - Marcas Eternas - Luciana Fátima

5 - O Guardião - J.P. Balbino

6 - Emplumado - Duda Falcão

7 - O Filho da Escuridão - Almir Pascale

8 - Comida de Vampiro - Pedro Vicentini (Tagobar)

9 - Noites de Trevas - Elenir Alves

10 - Aprender Para Dominar - Simone O. Marques

11 - Trágica História - Ricardo Delfin

12 - Os Segredos do Pergaminho - Bruno Resende Ramos

13 - Sabor de Absinto - Dione Mara Souto da Rosa

14 - Beijo de Sangue - Alexsandre Moro (MMEA)

15 - Filosofia Vlad - Adriano Siqueira

16 - O Velho Vampiro - M.D. Amado

17 - Fantasmas Vivos - Danny Marks

18 - Andarilhos Noturnos - Felipo Bellini

19 - O Rito do Caminho - Angela NadjaBerg Ceschim Oiticica

20 - Rinaldo - Christian David

21 - O Mal Busca a Verdade - Jean Felipe Felsky

22 - A Descoberta de um Segredo - Raphael Albuquerque Cavalcanti (Raphael O Lord)

23 - Nas Profundesas do Coração - Daniele Helena Bonfim

24 - Imagem - Henrique Cananosque (Vampiro Triste)

25 - Marcela - Evandro Guerra

26 - Tormento - Mario Carneiro Jr.

27 - Escrituras - Ana Dominik

Adquira com o autor no e-mail: brunoteenager@gmail.com

Quinta-feira, Maio 07, 2009

Escritor expõe seus contos em feiras literárias

Bruno Resende Ramos - Escritor Mineiro
Natural : Viçosa - Minas Gerais
- 05/03/1969

Conto: Rua Capadócia

Nunca descia à Rua Capadócia. Do alto do morro ela retinia o brilho do sol como um espelho crepitante. A rua se alegrava quando vazia e distribuía seu fulgor refletido nas paredes alvas dos casebres, em sua maioria desocupados no período diurno. Ficavam por ali até o primeiro brilho da manhã e saltavam loucos sobre suas bicicletas todas as criaturas antrópicas do aglomerado da Divina. Corriam atrás dos circulares como se dependessem unicamente daquilo para manterem suas noites mal dormidas. A Rua Capadócia tinha vida própria... Não era uma rua comum. Deitava-lhe o pé desnudo um ser que se alimentava de todo aquele vazio. Como um fantasma respirava as ausências lambendo as frestas das portas... E num colher de néctar ou suores, descobria vezes por outra uma casa em que iria abrigar um novo ente. As fêmeas pariam muitos filhotes com o gene da subserviência. Ali deixava o depósito da sua melhor oferta. Não lhe resistiam o convite que vinha acompanhado do “status” em servir o general. O mestre que deitava sombras nos barracos não se alimentava de sangue, mas precisava de vítimas para alimentar o medo em seus obsequiosos servos e naqueles que questionavam sua hegemonia. O poder exige altares, oferendas, vítimas; enfim, sacrifícios.
Seriam os menores aqueles melhores servidores, cujo cérebro viçoso não teria a mácula do questionamento e abraçariam com fé a nova carreira. Reservados a estes os lugares mais altos. Em suas mãos o poder de fogo, da comunicação iluminada e sonora. Antecipariam, assim, a festa, a guerra, a dor e a vitória. Muitas delas morriam, caiam em êxtase como kamicases sobre seus terreiros, contudo eram celebradas como vencedoras naquela guerra incessante. Por isso nunca descia à Rua Capadócia. Invejava aquelas criaturas cujos pais alimentavam carinhos e certezas ou confiavam-lhes os tetos para armar seus quartéis de brinquedo. Deitava-lhes o sono da certeza e da liberdade. A mim uma intimação proibitiva.
- Não desça a rua Capadócia! Lá, filho meu não desce o pé!
- Mas, pai, os outros podem! O senhor até dá dinheiro para ficarem por lá o dia inteiro. Eu também quero...
- Que quer o quê! Você não sai daqui nem...
- Por que, pai?
- Chega de porquê Absalão!
- Eu também quero brincar de guerra!
- Brinca dentro de casa com seus brinquedos! Não te dei o futebol de botões do time do Romário? Que mais que você quer?
- Quero uma R15 igual a do Binoco...
- Não chega perto dos ferro, garoto! O Binoco já sabe atirar de verdade... Você não!
- Eu não vou ser igual a você quando crescer então...
- Gostei do que ouvi... Hehehehehe... Também não quero que você seja criança como elas são... Ouviu? Senão, ouça com muita atenção! O Binoco vai morrer igual o Toisinho, o Barbitela e o Causuado... Lembra? Aquele que os ômi furou a perna e eu trouxe aqui pro barraco e sacrifiquei nas bala para num fazer muito barulho. A Rua Capadócia ainda não tem dono... Os tira ainda não deixaram a gente se estabelecer por lá... É rua de ninguém, tá me escutando?
Conto a você que a Rua até hoje não é de ninguém. O sacrifício ainda será renovado por muitos anos. No último cortejo, meu pai desfilava nas mãos dos seus vizinhos. Coroa de flores e uma festa particular nas casas das gentes. Outro vai assumir a sua missão. As pessoas voltarão a correr atrás dos circulares. O nosso sangue ficará ainda um tempo nas paredes antes tão alvas. Se ele me tivesse ensinado usar as armas poderíamos estar vivos. O senhor escritor que escreve o “Conto das almas” poderia avisar os homens, não os da polícia, entende? Aqueles que estudam a terra... É que eu tô misturado num monte de ossos... São de índios. Eu não sabia, mas antes de nossas casas, era tudo como uma floresta. Já me falaram que eu não vou ter paz enquanto eu não descer à Rua Capadócia... Por isso morri... E se o senhor puder me ajudar, fale que essa terra é dos índios, que os morros são deles e para os seus mortos... Eu não sou camaiurá... O cemitério no alto deste morro vai ter mais ossos se não houver socorro... Na verdade, eles queriam estar lá embaixo, jogados no rio. Alguém os colocou aqui, dizem serem homens de capa e de cruzes. Disseram-me eles que quando morrem vão às águas... Não estão felizes por aqui. Sei o que eles sentem... Não os culpo. Também não sou daqui... Quero meus brinquedos, meu jogo de botão... Quero descer à Rua Capadócia... Eles também... Todos no mundo têm a sua Capadócia, o lugar aonde descemos em descanso.

Livro: Contos Fantásticos 12

1ªEdição

Página 18

ISBN: 978-85-60489-26-8

Publicado na Antologia de Contos Fantásticos - Volume 12 - Março de 2008

Sexta-feira, Abril 10, 2009

A mulher que despertou em meus braços

A chuva descansava sobre os vitrais da janela e suas gotas formavam um enigmático rosto . Tal forma, a princípio, só fazia aguçar a minha curiosidade. Desde a infância brincava de encontrar figuras misturadas aos mozaicos das coisas. As imagens surgiam em meio a densas folhagens, no emaranhado de objetos e tecidos no chão do quarto, nas nuvens, enfim, em tudo que se amontoava aleatoriamente diante dos meus olhos. Assim, muitas vezes, me vi surpreendido com as inúmeras constatações de que algo ou alguém queria se comunicar comigo através dessas manifestações e descobertas. E foi depois de a chuva se tornar mais densa que um olho se desenhava nitidamente naquele vitral numa atmosfera até certo ponto lúgubre. Era, com certeza, a face de uma mulher... Bela e intrigante, tomada de angustiosa aflição... Parecia pedir por socorro. Envolvido pela silhueta e a manifestação cada vez mais convincente de algo sobrenatural, tive certeza de que se anunciava um novo tempo em minha vida... O destino me desafiava a desvendar aquela mensagem crespuscular.


Continua...

Terça-feira, Março 03, 2009

Projeto do escritor Bruno R. Ramos vai à Bienal da Bahia


A grande festa literária 2009 já está começando para a Nova Coletânea. Depois de sonhar muito, o Projeto 2009 - "Contos e crônicas para viagem" já tem passaporte pronto para a maior festa literária da Bahia, a Bienal do Livro. Em sua nona edição, através do mundo fantástico da literatura, essa grande feira cultural será o palco de ilustres poetas, escritores e artistas em geral. Em meio a tantas estrelas consagradas, um grupo de autores que experimentarão sua estréia num dos maiores eventos literários do país.
Tudo começou a partir de um modesto sonho de inclusão. Aqui, no cantinho das Minas, bem no interior do Estado, um sonho que vai ganhando estrada como nosso velho Chico. Agora aportaremos na Terra de Todos os Santos, como cita Vilarinho, o presidente da Câmara Bahiana do Livro. E será nesse grande berço da nossa cultura, onde nasceu a primeira academia literária, a primeria universidade brasileira, que nós encontraremos o porto para nossas idéias.
A Bahia é a terra da poesia, do cordel, da musicalidade e das mais realçantes matizes culturais. Será também da crônica e do conto fantástico, do romance de Amado e Zélia e da façanha inclusiva de dois mestres coletanenses, Carlos Vilarinho e Valdeck Almeida de Jesus. Sem esses não seria possível que nossa viagem passasse de um sonho . Sensíveis ao nosso projeto, eles não só abriram portas como também se tornaram passageiros da mesma viagem. A eles nossa imensa gratidão.
Milhares de leitores poderão prestigiar o evento que tem mobilizado autores, artistas, editoras, livreiros de todo o país. Não de outro modo, a Nova Coletânea faz suas malas e prepara em sua bagagem "Contos e crônicas para viagem". Tudo para oferecer ao público leitor entretenimento na maior viagem que é a leitura. No livro, muita emoção e muito humor, além da reflexão e, principalmente, uma dosagem extra de diversidade cultural. Através da boa prosa contemporânea, artistas de todos as regiões do país, de Portugal e da Argentina; são eles: Valdeck Almeida de Jesus (Jequié-BA), Carla Ivana (Rio de Janeiro- RJ), Carlos Vilarinho (Salvador-BA), Fernanda Siúves (Belo Horizonte-MG), Maria Angélica R. Generoso (Teixeiras-MG), Paulo Cézar Marques (Teixeiras-MG), Mariano P. de Sousa (São Paulo-SP), Fernando Soares Campos (Rio de Janeiro-RJ), Roberto Siúves Alves(Belo Horizonte-MG), Rozimar Gomes da Silva Ferreira (Viçosa-MG) Dora Dimolitsas (Sena Madureira-AC), Juan Guinot (Buenos Aires-ARGENTINA), Ivaneti Nogueira de Jesus Silveira (Aparecida de Goiânia-GO), Wilson Gorj (Aparecida-SP), Renata Ragagnin(Caçapava do Sul -RS), Sharon Sevilha (São Paulo-SP), Edir Resende (Teixeiras-MG), Ana Parentoni (Ponte Nova-MG), Vivi Fernades de Lima (Belford Roxo-RJ), Aristides Ferreira Filho (Belo Horizonte - MG), Helton Fesan (Santo André-SP ) Cilla Adriana Alves de Noronha (Belém-PA), Patrícia Daltro (Rio de Janeiro-RJ), Maria Aparecida Bhering Fialho(Teixeiras-MG), Luiz Eudes Cruz de Andrade (Sátiro Dias-BA) Bruno Miguel Resende(Porto-PORTUGAL) Raivane Sales/Raiblue (Salvador-BA), Reginaldo da Silva Romeiro(Viçosa-MG), Cirene Ferreira Alves(Viçosa-MG), Gilciene Santos (Mossoró- RN), Júlio de Castro Paixão (Viçosa - MG) Rafaela R.G. (São Mateus - ES) e seu organizador Bruno Resende Ramos (Teixeiras-MG).